Coreografias. Ensaios sobre a dança e filosofia
Autoria
Né Barros
Edição
Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Ano
2025
Aquisição
O corpo dançante como um corpo poema é outro grande movimento de expansão da forma. O ressoar do ser sentido parece aqui encontrar o seu momento mais excitante: o corpo dançante é um corpo poema, sem saber para onde vai, esse corpo segue como um rio o curso da inevitabilidade e do “fora de si”. …. O pequeno corpo dançante limita-se a não pedir mais do que é, mas a sua vida está em estrita ligação com tudo o que dele faz rosto. A figura que daí possa emergir é uma figura carnal que encontra no poema o máximo da sua singularidade: sou calado; sou silêncio; sou intransmissível. (…)